Jul 03

Efeitos da obesidade na capacidade funcional

obesityovarianA obesidade constitui um fator agravante na redução da qualidade de vida. Esta redução muitas vezes está associada à menor capacidade funcional das pessoas obesas.

Um estudo recente avaliou a relação entre o IMC e a capacidade funcional em mulheres.

Neste estudo participaram 36 mulheres com um IMC ≥ 30 kg/m2 e 10 mulheres com peso normal (IMC entre 18 kg/m2 e 25 kg/m2). O grupo composto por mulheres obesas foi subdividido da seguinte forma: 12 mulheres com um IMC ≥ 30 e <35 (obesidade), 14 mulheres com IMC ≥ 35 e <40 (obesidade grave) e 10 mulheres com um IMC ≥ 40kg/m² (obesidade mórbida).

Todas elas foram submetidas a exames clínicos e a testes específicos que avaliaram a capacidade funcional: teste de marcha, teste de resistência aeróbica (teste de caminhada de 6 minutos), teste de potência de membros inferiores (sentar e levantar) e teste de equilíbrio. Continue reading

Jul 03

Informações sobre a frequência cardíaca

fcA frequência cardíaca (FC) é uma variável simples que fornece importantes informações sobre o sistema cardiovascular. Ela reflete a quantidade de trabalho que o coração realiza e aumenta proporcionalmente aos aumentos das demandas metabólicas durante o exercício.

A frequência cardíaca de repouso (FCR) em média gira em torno de 60 a 80 batimentos por minuto (bpm). Em indivíduos sedentários a FCR pode ultrapassar a 100 bpm.

Geralmente, uma menor FCR implica a função cardíaca mais eficiente, ou seja, uma melhor capacidade cardiovascular. Um atleta bem treinado pode ter um FCR normal em torno de 40 bpm. Continue reading

Jul 02

Exercício físico e saúde mental

Todos nós sabemos o quanto o exercício é importante para a manutenção da nossa saúde física. Mas você sabia que o exercício também pode ajudá-lo a se manter mentalmente saudável?

Diversas pesquisas têm nos mostrado que as pessoas que se exercitam regularmente têm melhor saúde mental e bem-estar emocional e taxas mais baixas de doenças mentais.

A prática de exercícios parece reduzir o risco de desenvolver doenças mentais. Também parece ajudar no tratamento de algumas condições de saúde mental, como depressão e ansiedade.

Por exemplo, para depressão leve, pesquisas sugerem que a atividade física regular pode ser tão eficaz quanto antidepressivos ou tratamentos psicológicos como a terapia cognitivo-comportamental.

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Jul 02

Os benefícios do exercício físico

Na sociedade atual, graças às descobertas científicas que tiveram lugar nos últimos 100 anos, as atividades do dia–a-dia tornaram-se cada vez mais fáceis. Como exemplos, podemos citar a deslocação até ao local de trabalho ou a subida até ao 4º andar de um prédio, que passaram a ser feitas através de recursos mecânicos (automóvel e elevador, respectivamente).

Em termos econômicos, podemos chamar a isto eficiência, pois o mesmo objetivo pode ser alcançado com menor dispêndio de recursos (como o tempo). Aparentemente, a vida moderna parece muito melhor que a dos avós dos nossos avós. Tudo é mais fácil. Não temos que nos preocupar com tarefas pouco importantes e podemos dedicar-nos ao exercício da atividade intelectual.

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Jul 01

É possível envelhecer com saúde?

Ainda hoje o conceito de saúde pode ser confundido e expressado apenas como a ausência de doenças, porém a Organização Mundial de Saúde (OMS) há muito tempo já definiu saúde como o estado em que o indivíduo se encontra em perfeito bem-estar físico, mental e social. Ou seja, um estado de equilíbrio entre todos os aspectos do ser humano, e este equilíbrio dificilmente será atingido sem que nos esforçamos para isto. Muitos são os cuidados a serem tomados e quanto mais cedo dermos atenção a eles, mais eficiente serão nossas atitudes.

O processo de envelhecimento varia bastante entre as pessoas e é influenciado tanto por fatores genéticos quanto pelo estilo de vida. Especialistas em envelhecimento acreditam que poderíamos viver em média até 120 anos se o estilo de vida e o perfil genético fossem ideais. Um estudo feito nos Estados Unidos pela universidade de UCLA com mais de seis mil pessoas, demonstrou diferenças de mortalidade drásticas entre aqueles que seguiam sete hábitos saudáveis simples (nunca fumar, ingestão moderada de álcool, tomar café da manhã, não petiscar, dormir em média oito horas por noite, exercitar-se regularmente e manter o peso ideal) e aqueles que não os seguiam. Aqueles que seguiram os sete hábitos saudáveis apresentavam taxa de mortalidade muito menor, e foi estimado que viveriam em média nove anos a mais do que aqueles que não praticavam.  Continue reading