Jan 28

Espondilite Anquilosante

O que é?

A Espondilite Anquilosante (EA) é uma doença reumática que causa inflamação na coluna vertebral e nas articulações sacroilíacas (no final da coluna com os ossos da bacia), podendo, às vezes, também atacar os olhos e válvulas do coração. Os sintomas podem variar de simples dores nas costas, na grande maioria das vezes nas nádegas, até uma doença grave, que ataca a coluna, juntas e outros locais do corpo, resultando em grande incapacidade devido à um “congelamento” das vértebras da coluna que com o decorrer do tempo, vão dificultar inclusive um simples passo para caminhar.

A EA faz parte de um grupo de doenças conhecidas como espondiloartropatias, onde estão incluídas a Síndrome de Reiter, alguns casos de Artrite Psoriásica, e a Doença Inflamatória Intestinal (Chron, Retocolite Ulcerativa, etc.). Continue reading

Jan 28

Treinos de estímulo podem combater transtornos da velhice

melhoranutricionalidosoUm estudo da Faculdade de Medicina (FM) da USP mostrou que, independente da condição clínica, os idosos podem aumentar seu desempenho em testes de atenção, memória e velocidade de processamento após constantes treinos de memória e cognição.

A pesquisa da gerontóloga Paula Schimidt Brum buscou entender como os idosos saudáveis, e outros com Comprometimento Cognitivo Leve (CCL), respondiam a um treino que enfatizava duas estratégias de memorização: categorização para lista de supermercado e grifos para recordar textos.

“O objetivo do treino de memória era ensinar estratégias para que os participantes pudessem utilizá-la no cotidiano. A estratégia ajuda o participante a memorizar determinada informação facilitando sua recordação mesmo a longo prazo”, afirma a pesquisadora. O CCL é uma condição clínica em que a pessoa mostra prejuízo em uma ou mais das seguintes habilidades cognitivas: memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Continue reading

Dec 29

Diabetes

O que é diabetes

Os alimentos sofrem digestão no intestino e se transformam em açúcar, chamada glicose que é absorvida para o sangue. A glicose no sangue é usada pelos tecidos como energia. A utilização da glicose depende da presença de insulina, uma substancia produzida nas células do pâncreas. Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo ela se eleva no sangue o que chamamos de HIPERGLICEMIA. Diabetes é a elevação da Glicose no sangue: HIPERGLICEMIA.

Tipos de diabetes

Há três tipos de diabetes: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.

Diabetes tipo 1 – É também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1 embora ocorra em qualquer idade é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Diabetes tipo 2 – É também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na atualidade se vê com maior frequencia em jovens , em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e stress da vida urbana Neste tipo de diabetes encontra-se a presença de insulina porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de HIPERGLICEMIA. Por ser pouco sintomática o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro.

Diabetes Gestacional – A presença de glicose elevada no sangue durante a gravidez é denominada de Diabetes Gestacional. Geralmente a glicose no sangue se normaliza após o parto. No entanto as mulheres que apresentam ou apresentaram diabetes gestacional, possuem maior risco de desenvolverem diabetes tipo 2 tardiamente, o mesmo ocorrendo com os filhos. Continue reading

Dec 28

Alongamento reduz dores e outros sintomas da fibromialgia

Alongamento é mais eficaz que o condicionamento físico no combate aos sintomas da fibromialgia

Pacientes que realizaram exercícios de alongamento tiveram melhoras significativas. As dores diminuíram 25%, a qualidade do sono aumentou cerca de 50%, houve queda de 48% na rigidez dos músculos e diminuição de 30% nos níveis de ansiedade.

Alongar os músculos pode ser a solução para pacientes que possuem fibromialgia – conjunto de sintomas que envolvem dores musculares e problemas psicológicos. Esse tipo de atividade mostrou maior eficiência na diminuição da dor e na melhora de outros sintomas, como a ansiedade, em comparação ao condicionamento físico. “Porém, fatores como a facilidade de desenvolver os exercícios de alongamento em casa podem ter influenciado os resultados”, ressalta a professora Amélia Pasqual Marques, do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (Fofito) da Faculdade de Medicina da USP, que coordenou o aspecto fisioterápico dessa pesquisa. Continue reading

Dec 28

Hipoglicemia pode matar

Cérebro utiliza a glicose sangüínea como combustível

A hipoglicemia é uma alteração no metabolismo do carboidrato (não é uma doença), onde a concentração sérica (do sangue) de açúcar (glicose) encontra-se anormalmente baixa. Quando caracterizada como severa ou grave pode levar à inconsciência, coma ou até mesmo à morte.

A hipoglicemia pode ocorrer devido à negligência do atleta com a alimentação. Se um jogador opta em não fazer o café da manhã, por exemplo, seu organismo fica de 12 a 14 horas sem receber uma carga adequada de nutrientes, que pode causar hipoglicemia, se durante o almoço sua alimentação não for balanceada. Continue reading

Nov 30

Competição em altas temperaturas

Descubra quais são os sinais de desidratação e como se prevenir dos danos do calor consumindo líquidos

A ingestão de líquidos adequada ajuda a manter os níveis de energia altos, regulando a temperatura do corpo, prevenindo a exaustão por causa do calor e transportando nutrientes e energia para o tecido dos músculos.

Sinais de aviso de desidratação

Sinais agudos: náuseas, pouca concentração, tontura, irritabilidade, cansaço incomum.

Sinais crônicos: perda de apetite, urina amarela escura, pouca ou nenhuma urinação e cãibras musculares frequentes. Continue reading

Nov 29

Hipertensão: elo entre obesidade e doenças cardiovasculares

Depois de 14 anos de pesquisas, os franceses confirmam o que especialistas do mundo todo suspeitaram durante muito tempo: a hipertensão arterial é a chave para o aumento do risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais fatais em pessoas obesas ou com sobrepeso. O estudo acompanhou a saúde de mais de 240 mil pessoas ao longo de 14 anos. Seus resultados estão publicados na última edição da Hypertension, revista científica mais importante da área.

Segundo os pesquisadores, a contribuição mais importante do estudo é que a hipertensão arterial aparece como um mecanismo pelo qual a obesidade leva à doença cardiovascular. Homens e mulheres com sobrepeso, por serem hipertensos, apresentaram o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco ou apoplejia fatal se comparados às pessoas com sobrepeso e pressão arterial normal. Os resultados se concentram predominantemente em homens e mulheres de meia-idade. Continue reading

Nov 29

Renda e escolaridade influenciam obesidade feminina

As causas da obesidade, doença crônica não-transmissível que é fator de risco para o desenvolvimento de vários agravos à saúde, estão diretamente ligadas aos níveis de escolaridade e de renda. Segundo a nutricionista e especialista em Saúde Pública, Ana Lúcia Medeiros de Souza, porém, essa relação varia de acordo com os diferentes estágios de desenvolvimento em que se encontram as sociedades. Na dissertação de mestrado que defendeu na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, ela demonstra a ocorrência dessa variação na população brasileira, a partir de sua distribuição nas áreas urbana e rural das cinco macro-regiões do país.

Apesar de também oferecer risco à saúde para as pessoas do sexo masculino, que têm maiores tendências a sofrer de problemas cardiovasculares, a obesidade incide mais freqüentemente no sexo feminino. “É nas mulheres também que o problema recebe um destaque maior, talvez até pela pressão social, pelo culto à beleza” afirma a pesquisadora, que diz ter-se restringido à ocorrência da doença nas mulheres de todo o país. No Nordeste urbano, por exemplo, Ana Lúcia encontrou uma situação análoga à de países subdesenvolvidos. Continue reading

Oct 28

A postura inadequada e os problemas osteomusculares

Estudo desenvolvido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) aponta que 64,3% de um grupo de funcionários de uma empresa de papel e celulose do Estado de São Paulo apresentou sintomas osteomusculares, ou seja, dor nos ombros, pescoço e também na região lombar. “As dores podem ou não evoluir para doenças mais graves, por isso realizar este tipo de levantamento indica as áreas de produção em que é necessário se pensar programas de prevenção e de reabilitação”, explica a enfermeira do trabalho Thaís de Freitas Pedrini, autora do estudo que teve a orientação da professora Neusa Maria Costa Alexandre.

A enfermeira, com especialização em ergonomia, colheu depoimentos, através de quatro questionários validados cientificamente, em um grupo de 140 profissionais da área de acabamento na empresa. Os voluntários faziam parte de um setor, cujo índice de afastamentos era significativo e a atividade realizada envolvia posturas inadequadas, abaixar-se frequentemente, carregamento de peso e trabalho estático. Continue reading

Sep 27

Perder peso controla a pressão arterial

Mudanças no estilo de vida têm papel fundamental no controle da hipertensão, sendo uma solução de fácil acesso e barata. Medidas como perda de peso são simples e podem colaborar de forma decisiva para reverter as estatísticas negativas que predominam. A hipertensão é hoje o principal fator de risco para a ocorrência de doenças cardiovasculares, atingindo de 11 a 20 por cento da população brasileira.

Porém, quatro fatores não farmacológicos são capazes de auxiliar tanto a prevenção quanto o tratamento dela, são eles: aumento da atividade física, perda de peso, menor ingestão de sódio (sal comum de cozinha) e controle dos níveis de potássio. Muitos estudos vêm sendo realizados a fim de compreender melhor de que maneira tais recursos podem ser utilizados. Continue reading