Jun 26

Exercício: bom para o bebê, ótimo para a gestante

SAÚDE É VITAL! – Ninguém ousa discutir os benefícios da atividade física, mas quando a mulher engravida não faltam mães, tias e avós prontas para recomendar vivamente que a futura mamãe pegue bem leve ou que, no máximo, faça uma caminhadinha. Uma pena. As gestantes podem e devem tirar proveito dos arquiconhecidos efeitos positivos dos exercícios. Para elas mexer-se traz ainda um outro ganho: o risco de um parto prematuro cai pela metade. Isso é o que revelou um estudo inédito, finalista da segunda edição do Prêmio SAÚDE!.

Conduzido pelo professor de educação física Marlos Domingues na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, ele avaliou o perfil de absolutamente todas as mulheres que deram à luz naquela cidade gaúcha em 2004 algo em torno de 4 mil mães. A proporção de partos antes do programado foi menor entre aquelas que se exercitaram durante toda a gestação e, principalmente, no terceiro trimestre, justamente o período em que as grávidas costumam reduzir o ritmo. Continue reading

Jun 24

Estudo de fisioterapeuta investiga desenvolvimento motor de bebês

Detectar precocemente atrasos no desenvolvimento motor, especialmente do controle postural de bebês com um ano de vida, pode evitar muitos problemas. Quando existem maiores chances de as alterações ocorrerem, como é o caso dos bebês que nascem pequenos para a idade gestacional (PIG), a questão se torna ainda mais complexa.

Neste sentido, a fisioterapeuta Ana Carolina Gama e Silva Brianeze decidiu avaliar e comparar o controle postural, por meio da investigação de testes de avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor desses bebês, detectando possíveis desvios no desenvolvimento. O trabalho foi desenvolvido junto ao Grupo Interdisciplinar de Avaliação do Desenvolvimento Infantil (Giadi) do Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp. Continue reading

Jun 24

Pé Chato – Quando os pais devem se preocupar

O pé chato é um dos motivos que mais levam pais a consultórios ortopédicos. A prática do uso de palmilhas e botinhas incutiu na sociedade uma preocupação extrema com a conformação do pé da criança.

É importante esclarecer, no entanto, que quando a criança nasce ainda não possui o arco plantar (aquela curvinha existente no pé), pois nessa região normalmente existe gordura, o que deixa o pezinho totalmente plano. A partir dos dois anos inicia-se a formação do arco, espontaneamente, pelo próprio crescimento da criança. Este desenvolvimento pode ocorrer até os seis anos ou mais.

O desenvolvimento dos membros inferiores da criança só deve ser motivo de preocupação para os pais em casos de dor constante ou deformidades aparentes ou progressivas. Se for observada perda da curvatura dos pés, principalmente por volta dos 8 ou 9 anos de idade, a criança deve ser avaliada por um especialista em ortopedia pediátrica.

Hoje, ao invés das botinhas e palmilhas, o que os ortopedistas recomendam é a observação periódica por um especialista para detectar alterações da evolução normal e os casos patológicos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica

Jun 20

A percepção dos professores de natação para bebês sobre a psicomotricidade relacional e funcional no meio líquido

A percepção dos professores de natação para bebês sobre a psicomotricidade relacional e funcional no meio líquido*
Luiz Juvêncio Pereira Fagundes1
Marines Ramos2

RESUMO
Este estudo teve como objetivo de analisar a percepção dos professores de natação para bebês sobre a Psicomotricidade relacional e funcional no meio líquido. O presente trabalho caracterizou-se como sendo do tipo descritivo. A população foi constituída por professores graduados em Educação Física que atuam em escolas particulares de natação na cidade de Porto Alegre – RS. A amostra se compôs de um total de 6 professores de 5 escolas particulares de natação em diferentes locais de Porto Alegre – RS, no qual dos 6 professores 4 são do sexo feminino e 2 são do sexo masculino, na faixa etária entre 20 e 45 anos. Os dados foram obtidos através de um questionário validado por dois profissionais da área, contendo 8 questões, fechadas  e abertas, versando sobre os objetivos específicos de estudo. A investigação revelou pouco conhecimento dos professores de natação para bebês, que participaram dessa amostra  sobre a psicomotricidade relacional e funcional no meio líquido. Portanto, fica uma reflexão sobre os resultados encontrados neste estudo, que o tema desta pesquisa ainda precisa ser mais discutido e refletido, pois são poucas as pesquisas que contribuam para legitimação dessa área de estudo, assim com a necessidade destes professores de uma formação continuada.
Palavra-chave: Professor – Natação – Bebê – Psicomotricidade.

*Trabalho de conclusão de curso de pós-graduação em Psicomotricidade da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA.
1 Pós-graduando de Psicomoticidade da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, Canoas, RS.
2 Professora Mestre e docente Universidade Luterana do Brasil – ULBRA.
Mar 29

Bebês estimulados mantêm o reflexo de nadar, mostra pesquisa

Uma pesquisa realizada com bebês de até um ano de idade revelou que a estimulação mantém o reflexo de nadar. “A medida interrompe o processo gradual de perda que ocorre próximo aos quatro meses de idade em crianças que não são colocadas na água e estimuladas com certa freqüência”, explica o professor universitário Ernani Xavier Filho, que apresentou um estudo sobre o tema na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP.

Até pouco tempo, ainda não era muito claro o que causava a perda do reflexo de nadar nos bebês após o quarto mês de idade. Algumas hipóteses apontavam para falta de força ou maturação do Sistema Nervoso Central e órgãos motores da criança antes de um ano de idade, período a partir do qual os bebês voltam a ter maior controle sobre os movimentos dentro da água. Outras associavam a incapacidade à falta de estimulação, mas nenhum experimento ainda havia sido feito com vistas a comprovar esta idéia. Continue reading