Dec 22

Amigos e vizinhos estimulam a prática de atividade física

Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP aponta que ter companhia de amigos e vizinhos, principalmente na caminhada, pode servir como estímulo na hora de praticar exercícios físicos, pois isso torna a atividade menos estressante.

Mas, mesmo com companhia, a falta de locais apropriados, ou a distância somada à precariedade dos locais existentes podem desestimular àqueles que se propõem a aderir aos exercícios físicos. Essa situação pode ser um agravante para as pessoas com Diabetes mellitus, que têm no exercício físico um aliado para a melhoria da qualidade de vida, com efeitos significativos para a saúde mental e o controle glicêmico. Continue reading

Jun 23

Estudo liga caminhada à menor pressão arterial em 24 horas

exercício e saudeA capacidade de caminhada em pacientes com doença arterial periférica tem uma relação inversa com a pressão arterial ambulatorial: aqueles que caminharam mais durante uma avaliação realizada na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP apresentaram melhor resposta da pressão arterial ao longo de um período de 24 horas. Os dados são de um estudo realizado pelo educador físico Aluísio de Andrade Lima.

A pesquisa foi realizada com um grupo de 73 pacientes, de ambos os sexos, com doença arterial periférica e idade média de cerca de 63 anos. Os participantes foram recrutados na Divisão Vascular do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Continue reading

Jun 22

Estudo sugere caminhadas e musculação na menopausa

Mulheres na menopausa devem fazer caminhadas e exercícios de musculação. É o que recomenda Valéria Bonganha, graduanda em educação física, em trabalho de iniciação científica orientado pela professora Vera Aparecida Madruga Forti, com bolsa do CNPq. Valéria fez uma avaliação da composição corporal em voluntárias e constatou que 80% estavam acima dos níveis considerados ideais, o que implica altos riscos para a saúde. Ela também submeteu as mulheres a um treinamento intensivo durante dez semanas e conseguiu uma melhora na força muscular e na capacidade aeróbia. Os resultados apontaram para um aumento maior do que o considerado significativo, ou seja, 5%, mesmo num curto período de treinamento.

Segundo Valéria Bonganha, as voluntárias adquiriram flexibilidade e resistência em uma série de atividades diárias, como realizar caminhadas mais longas até o supermercado e padaria, e subir e descer escadas. “Já se sabe que no período da menopausa há um aumento do peso corporal por conta da perda hormonal. Além disso, a mulher começa a perder funções importantes e é justamente neste ponto que os exercícios de musculação ajudam no ganho de força muscular”, explica. Inicialmente, a graduanda conseguiu 40 voluntárias, mas apenas 10 atendiam aos critérios exigidos para a pesquisa. Continue reading

Aug 28

Caminhada reduz pressão arterial, comprova estudo

Uma boa notícia para os 29 milhões de hipertensos no Brasil. Pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Segundo dados das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, são 27 milhões de hipertensos com mais de 18 anos e 2 milhões de crianças e adolescentes que enfrentam o problema.

Após uma única sessão desse exercício aeróbico, na média, a pressão arterial sistólica (valor maior, quando o coração se contrai bombeando o sangue) caiu 14 milímetros de mercúrio (mm Hg) e a pressão arterial diastólica (valor inferior, quando o coração relaxa entre duas batidas cardíacas) caiu 4 milímetros, ou seja, de 13 por 9, por exemplo, passou para 11 por 8. Vinte e quatro horas depois essa pressão continuou reduzida em 3 milímetros na pressão sistólica e 2 milímetros na diastólica. Continue reading