Nov 08

Por que os quenianos correm tão bem?

quenianos

A importância relativa das influências genéticas e socioculturais que contribuem para o sucesso dos atletas do leste do continente africano nas provas de resistência do atletismo ainda permanecem desconhecidas. Em parte, este mistério ocorre pelo desconhecimento do fenótipo desta população.

Acredita-se que o volume de atividade física que se acumula durante a infância e adolescência desta população seja um dos fatores responsáveis pelo sucesso nas provas de longa distância.

Muitos estudos têm tentado desvendar o estilo de vida destes povos africanos e muitos têm comparado o estilo de vida dos jovens africanos com os estilos de vida de outras populações. Recentemente, um estudo avaliou a aptidão cardiorrespiratória, os níveis de atividade física e o gasto energético diário em 30 adolescentes quenianos habitualmente ativos, de uma escola primária rural; sendo 15 do sexo masculino e 15 do sexo feminino com média de idade de 13,9 anos. Também foi avaliada a distância percorrida por estes jovens para se chegar a escola. Continue reading

Nov 30

Treinamento de corredores de fundo no Quênia

A tradição do Quênia em formar grandes corredores talvez se justifique pela incidência da prática da corrida no país.

Este vídeo mostra vários corredores que se reunem diariamente para treinar. É impressionante a quantidade de atletas que se encontram para realizar um  treinamento de fartlek.

Maiores informações sobre o vídeo podem ser obtidas no link seguinte: http://www.letsrun.com/2011/fartlek-0720.php

Fonte: You Tube

Sugestão de leitura: O Treinamento da Velocidade para as Corridas de Fundo: Consideração sobre o Método Fartlek

Feb 28

Tênis de corrida amaciados têm melhor desempenho

Amaciar calçados novos pode trazer benefícios para atletas de corrida

Amaciar calçados novos antes de utilizá-los talvez não seja uma prática que apenas aumenta o conforto nos pés de quem os usa, principalmente para praticantes de corrida. Fazer isso pode também contribuir ligeiramente para o desempenho inicial dos tênis, nos aspectos da absorção de impactos e da distribuição do peso. “Não é quando o calçado está novo que ele apresenta os melhores resultados, mas após um certo período de uso”, explica o educador físico Roberto Bianco, em seu estudo de mestrado “Caracterização das respostas dinâmicas da corrida com calçados esportivos em diferentes estados de uso”; na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP.

Em sua pesquisa, Bianco analisou três modelos de tênis de corrida: dois específicos para competição e um para treinamento, finalidades definidas pelas empresas fabricantes. Após 100 quilômetros de uso, houve uma pequena redução do impacto e um significativo aumento de 5,6 centímetros quadrados (cm2) na área de contato entre o pé do usuário e o calçado, pela média das medidas. “Com isso, o peso do atleta fica distribuído em uma superfície maior, melhorando a interação entre o sujeito e o equipamento”. Continue reading