Jan 25

Bochecha vermelha pode ser sinal de doença

Quarosaceando submetidas a situações constrangedoras, algumas pessoas costumam ficar com as bochechas rosadas, evidenciando seu estado emocional. Entretanto, o rosto vermelho pode significar mais do que uma circunstância passageira de mudança de humor. Se o rubor também aparecer facilmente por outros estímulos, com ingestão de determinados alimentos e mudanças de temperatura, pode ser sinal de uma doença mais grave, conhecida por rosácea.

A rosácea é uma doença crônica mais comum em adultos, principalmente em mulheres entre 30 e 60 anos de idade que possuem atividade vascular aumentada. Além disso, as pessoas acometidas pela enfermidade costumam ter a pele da face mais sensível. Continue reading

Jun 26

Expectativa de vida cresce, mas vivemos mais tempo doentes

treinaridosoApesar do aumento da expectativa de vida da população brasileira, um estudo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP aponta que os idosos estão vivendo com menor qualidade de vida, já que convivem mais tempo com doenças crônicas típicas da faixa de idade. De acordo com a pesquisa, exames e tratamentos preventivos ajudam a evitar esse processo.

Segundo o médico geriatra Alessandro Campolina, parte desse aumento de tempo de enfermidade se deve à falta de políticas de prevenção eficientes e voltadas para a população mais velha. Ele é o autor da pesquisa que buscou avaliar a ocorrência de um processo chamado de compressão da morbidade. Esse conceito, surgido na década de 1980, lançava a hipótese de que, com o envelhecimento das populações, os anos ganhos pelas pessoas com a melhoria dos serviços de atendimento seriam anos vividos em bom estado de saúde. Continue reading

Jun 21

Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento

A atividade física é atualmente reconhecida como um importante fator promotor de saúde em todas as idades (49, 67, 75). Estudos epidemiológicos evidenciaram que as populações fisicamente ativas têm menor incidência de muitas doenças crônicas, entre elas a hipertensão arterial, obesidade, diabetes do tipo II, dislipidemia, osteoporose, sarcopenia, ansiedade e depressão. Consequentemente, diminui a ocorrência de aterosclerose e suas consequências: doença coronariana (85, 93, 102, 103), doença cérebro-vascular e doença vascular periférica.

A atividade física também tende a manter níveis adequados de aptidão física durante o envelhecimento, reduzindo o risco de quedas e permitindo a realização confortável e segura dos esforços da vida diária. As pessoas adequadamente ativas apresentam menor risco de confinamento no leito devido à fraturas ósseas ou incapacidade física, apresentando menor taxa de mortalidade por infecções pulmonares e tromboembolismo. Continue reading