Aug 31

Por que é difícil brincar na escola?

Pesquisa mostra que brincadeiras foram esquecidas no ensino fundamental

efescolarUma reflexão sobre o nome: ensino fundamental. Porque fundamental é aprender a ler e a escrever, fundamental é decifrar parte dos códigos até então reservados ao mundo adulto. Fundamental pode ser copiar o que está na lousa, fazer a lição de casa.

Brincar não é fundamental, ou pelo menos não é algo bem-vindo no ensino fundamental. Foi o que constatou a mestranda Luciana Dias de Oliveira na dissertação apresentada a Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. A pesquisa foi realizada em duas escolas municipais da cidade de Indaiatuba, próximo a Campinas, a partir de entrevistas com coordenadores de ensino e professores de duas turmas de primeiro ano, além de períodos de observação de aula. Continue reading

Apr 25

Educação física escolar: novas perspectivas em saúde pública

O sedentarismo é visto atualmente como um problema mundial de saúde (1). Entre as razões que levam à inatividade, um dos possíveis fatores é o desconhecimento sobre como se exercitar, as finalidades de cada exercício, limitações de alguns grupos populacionais e percepções distorcidas em relação aos benefícios do movimento. (1) Os motivos que levam ao desconhecimento vão da falta de vontade própria em buscar informação até a inexistência de programas governamentais de esclarecimento, passando pelos profissionais de saúde que, muitas vezes, ignoram o valor do exercício físico e/ou não são efetivos no incentivo à prática regular de exercícios físicos (1). Continue reading

Jul 18

TRF decide: Aulas de Educação Física só podem ser ministradas por Profissional de Educação Física

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O CONFEF, no ano de 2011, propôs ação judicial contra o art. 31 da resolução CNE/CEB n° 07/2010, que possibilitava ao professor regente de referência da turma – aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do período escolar – assumir as aulas de Educação Física nas escolas.

Defendendo o direito dos alunos de serem atendidos com qualidade, foi proferida sentença judicial favorável ao Sistema CONFEF/CREFs determinando a revisão do art. 31, da Resolução CNE/CEB n° 07/2010.

A sentença declara a necessidade da presença de Profissional de Educação Física para ministrar aulas de Educação Física e ou/recreação ou qualquer outra atividade que envolva exercícios físicos e esportes, em conformidade com a Lei 9.696/98 e com a Constituição Federal.

Trata-se de mais uma atuação competente, eficiente e ética em defesa da sociedade e da valorização do Profissional de Educação Física.

VITÓRIA DO CONFEF EM DEFESA DA SOCIEDADE!

Para ler a sentença do TRF, clique no link: http://www.listasconfef.org.br/arquivos/Sentenca.pdf

Autor: Comunicação – CONFEF

Fonte: www.confef.org.br

Jun 30

A Criação de Jogos no Contexto Escolar

Introdução

Este trabalho está sendo desenvolvido desde 2003, em uma escola municipal do Rio de Janeiro, com turmas de 5ª a 8ª séries, com o intuito de desenvolver o potencial criativo do educando, ampliar sua visão de mundo, trazer para dentro da escola sua cultura corporal e incentivá-lo a desenvolver a sua capacidade produtiva, levando-o a perceber que não basta receber passivamente informações, que precisam trabalhá-las, vivenciá-las, para que se tornem conhecimento.

A criação de jogos desafia o aluno a se superar, mesmo que no início não se sinta à vontade, aos poucos vai se envolvendo com a proposta e busca em suas experiências subsídios para construir sua concepção de jogo. Passa a se sentir dono daquela idéia, ou seja, percebe que está no domínio do processo, mesmo que esteja trabalhando em um pequeno grupo. É neste estágio que se explica ao educando através de conversas informais, que ele também pode dominar todo seu processo de aprendizagem, pois o mesmo envolvimento, interesse e participação efetiva são necessários às outras disciplinas. Continue reading

Jun 27

Educação Física na Sala de Aula

Aprendendo a sentar

Tenho bastante dificuldade com cálculos. Parece que fiquei traumatizado com meus professores de matemática, e julgo que o principal responsável foi o primeiro deles, no início do ginásio. Chamava-se Elpídeo, os cabelos sempre desalinhados, a barba por fazer. Usava gravatas listradas e folgadas, o primeiro botão da camisa desabotoado, tudo isso encimado por um paletó cinza puído nas mangas e na gola. Ele chegava e começavam os castigos. Nada aprendi de sua matéria, mas aprendi a detestar aquela disciplina. Levei anos e anos até reconhecer o valor que a matemática tem na vida de todos nós. Continue reading

Jun 27

Tematizando as corridas de rua: esporte democrático?

RESUMO

O trabalho desenvolvido com os alunos dos 6°s e 8°s anos do Ensino Fundamental II indicou que a manifestação corporal Corridas de Rua estava sendo muito acessada por estes alunos. As representações da modalidade precisaram ser estudas a fim de desconstruir a idéia de esporte democrático como observada nos discursos dos alunos. Além destes discursos, muitas dúvidas de cunho mais técnico desta modalidade foram surgindo no decorrer das aulas. A partir deste mapeamento, identificou-se a necessidade de um suporte mais técnico para responder a esses questionamentos. O presente relato mostra o desenvolvimento do projeto e qual foi o caminho que escolhemos percorrer a fim de resolver os questionamentos dos professores a alunos envolvidos no processo.

Palavras-chave: Currículo Cultural, Corridas de Rua, Educação Física Escolar. Continue reading

Jun 27

O valor da recreação no incentivo a prática da Educação Física no Colégio Estadual Ana Nery

RESUMO

O presente estudo dessa pesquisa que tem como ponto central a falta de motivação dos alunos de 5ª a 8ª a prática da Educação Física. A curiosidade deste assunto surgiu a partir das vivencias das aulas aplicadas na prática de Ensino do Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental teve como objetivo o de conhecer os motivos que levam os alunos do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª a se sentirem desmotivados a participar das aulas de Educação Física. Para poder entender os motivos e significados desta prática, através da literatura para fundamentar o ensino fundamental, as tendências na Educação Física e sua prática, o estudo da recreação e suas diferentes divisões A metodologia utilizada baseou-se em pesquisas quantitativas, para isso coletaram-se as informações através de entrevistas e questionários. Os resultados proporcionaram evidências significativas acerca da falta de motivação dos alunos para participar das aulas de Educação Física como a metodologia utilizada pelo professor, o relacionamento entre professor, aluno e conteúdo.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Física, Incentivo, Recreação, motivação. Continue reading

Jun 27

O Jogo como Conteúdo de Ensino para a Prática Pedagógica da Educação Física na Escola

Introdução

O jogo tem despertado durante séculos interesses de diversos estudiosos; na idade contemporânea este interesse tem sido ampliado. Para entendê-lo e compreendê-lo melhor, buscamos informações em alguns desses estudiosos que nos possibilite perceber sua essência, seu conceito e suas características, na intenção de contribuir teórico-metodologicamente para a prática pedagógica da Educação Física na escola. Para Huizinga (1988), a intensidade do jogo como seu poder de fascinação não são explicados por análises biológicas. Portanto, ao considerar esta intensidade, essa fascinação, como também esta capacidade de excitar, verificam-se a essência e a característica principal do jogo. Continue reading

Jun 26

Por que estudar Educação Física na escola?

Disciplina é importante para a formação dos cidadãos.

Ainda não existe uma resposta simples para isso, mas muitos pesquisadores já se debruçaram em respondê-la anteriormente. Contundo, atualmente ainda não temos uma grande quantidade de trabalhos que buscam responder a questão. Isso deve ter ocorrido pelo fato dos trabalhos anteriores, não necessariamente se concretizaram em mudanças no paradigma da Educação Física escolar. Continue reading