Jul 27

Complicações causadas pela obesidade infantil

A obesidade pode afetar praticamente todos os sistemas orgânicos no corpo da criança, incluindo:

BEM-ESTAR 

  • Baixa autoestima
  • Depressão
CÉREBRO
  • Aumento da pressão que causam dores de cabeça e visão dupla (diplopia).

PULMÕES

May 04

Relação da aldosterona com a hipertensão renal

Palavras Chaves: Aldosterona, hipertensão secundária, angiotensina I, angiotensina II e renina

A aldosterona é o principal mineralcorticóide, responsável por pelo menos 85% de toda a atividade de mineralcorticóide. Ele atua promovendo principalmente a reabsorção renal de sódio e, portanto, faz com que o corpo o retenha. Portanto a aldosterona combate a desidratação. A retenção de sódio leva igualmente ao aumento da excressão de potássio e por isso, a aldosterona também tem um papel importante no equilíbrio do potássio.

Por essas razões, a secreção da aldosterona é estimulada por muitos fatores, incluindo a diminuição do sódio plasmático, a diminuição do volume sanguíneo, a diminuição da pressão arterial e o aumento da concentração plasmática de potássio. O hiperaldosteronismo é uma das principais causas da hipertensão secundária, onde a aldosterona tem níveis dos limites fisiológicos na influência para o risco de hipertensão. Continue reading

Jul 27

O que é hipertensão

imcehipertensaoHipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.
Jun 25

Um terço dos adultos tem pressão alta, diz relatório mundial

Um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial, ou pressão alta, uma condição que causa cerca de metade de todas as mortes por derrame e problemas cardíacos no mundo, destacou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu relatório anual sobre estatísticas sanitárias. A diabetes, que também tem grande impacto sobre a circulação, atinge um em cada dez adultos.

“Este relatório oferece uma evidência a mais do aumento dramático das condições que desencadeiam os problemas de coração e outras doenças crônicas, particularmente nos países pobres e em desenvolvimento”, disse a diretora geral da OMS, Margaret Chan.

Chan ressaltou o preocupante fato de que “em alguns países africanos, metade da população adulta sofra hipertensão”, razão pela qual a OMS quer chamar a atenção para “o crescente impacto das doenças não contagiosas”. Continue reading

Jun 20

Exercício físico e hipertensão arterial: relato de caso

Paciente I.A., sexo feminino, 56 anos, branca, casada, natural de Campinas, SP, na pós-menopausa, com hipertensão arterial detectada há 6 meses, assintomática, sem uso de medicação, encaminhada para programa de atividade física supervisionada.

Antecedentes pessoais:

  • nega
    – tabagismo,
    – etilismo,
    – diabete,
    – dislipidemias,
    – história prévia de hipertensão arterial,
    – doenças cardiovasculares ou outras doenças crônicas,
    – uso de medicamentos. 
  • Refere sedentarismo.

Antecedentes familiares:

  • pai hipertenso,
  • tio falecido de infarto agudo do miocárdio.

Exame físico:

  • PA = 165 x 100 mmHg,
  • FC = 92,
  • Peso = 60 kg.
  • Não foram encontradas outras anormalidades ao exame físico, exceto exame de fundo de olho, que apresentava aumento do reflexo arteriolar.Exames laboratoriais:
  • sem alterações,
  • ECG normal,
  • teste ergométrico negativo.

Evolução:

  • A paciente foi admitida em programa de condicionamento físico de prevenção primária com treinamento, três vezes por semana, com exercícios isotônicos, com 60% – 70% da freqüência cardíaca máxima, durante período de seis meses, após o qual repetiu o teste ergométrico para comparação evolutiva de parâmetros hemodinâmicos. Durante esse período, não apresentou efeitos adversos relacionados ao programa. Continue reading
Apr 21

Estudo constata que oscilação corporal coloca hipertenso sob risco de acidente

Pesquisa desenvolvida em laboratório da FEF revela que perigo é maior após ingestão de remédio

 As oscilações corporais de um hipertenso são maiores quando comparadas às de um sujeito com níveis normais de pressão arterial e tendem a se acentuar nos primeiros 30 minutos após a ingestão do anti-hipertensivo, o que coloca essa pessoa sob risco iminente de queda e outros acidentes nesse período. Na prática, é como se o medicamento provocasse uma grande desordem no organismo, para depois organizá-lo novamente. A constatação, ainda preliminar, é de um estudo inédito conduzido pela professora Antonia Dalla Pria Bankoff, responsável pelo Laboratório de Eletromiografia e Biomecânica da Postura (LAP) da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. De acordo com ela, o ideal seria que o indivíduo que depende desse tipo de tratamento só executasse atividades como caminhar, trabalhar ou dirigir uma hora depois de tomar o remédio. Continue reading

Sep 11

Segurança cardiovascular e hipertensão arterial

A hipertensão, definida como pressão sistólica maior ou igual a 140 mmhg e diastólica maior ou igual a 90 mmhg, é uma condição mórbida presente em grande parte da população, relacionada à cerca de 40% dos óbitos no país. No Brasil estima-se que entre vinte a trinta milhões de pessoas sejam hipertensas entre crianças e adultos (FARINATTI, 2002).

Além da nem sempre indispensável intervenção medicamentosa, a mudança nos hábitos de vida é notoriamente uma prática favorável no sentido de se melhorar a qualidade de vida de indivíduos hipertensos. Esta mudança passa entre outras coisas por uma melhora nos hábitos alimentares e na prática regular de atividades físicas.

O AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (2000) coloca que a prescrição de atividades físicas deve primar por aquelas que visem à melhora da condição aeróbia e de força muscular. Indivíduos hipertensos, porém, necessitam de uma análise que leve em consideração as especificidades de sua patologia, no que diz respeito ao sucesso do procedimento e da segurança oferecida a este organismo. Continue reading

Aug 29

Tabagismo e pressão arterial

Tabagismo eleva FC, pressão arterial e reduz elasticidade das artérias

O estudo, realizado na FMUSP, abre precedentes para a realização de novas pesquisas relacionando o fumo ao sistema circulatório e ajuda a entender os mecanismos que resultam nas alterações hemodinâmicas clínicas. Pela primeira vez na literatura médica o monóxido de carbono (CO), decorrente do tabagismo, foi correlacionado ao aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial diastólica (a mínima). O estudo, realizado pela cardiologista Maria Alice Melo Rosa Tavares Silva, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), também concluiu que os tabagistas têm a capacidade elástica do sistema arterial reduzida em até seis vezes, quando comparada com a de não-fumantes.

“Há algum tempo já se fala em alterações circulatórias ocasionadas pelo fumo, mas nunca havia sido feita uma correlação”, revela. A pesquisa ainda constatou outras alterações clínicas relevantes no sistema cardiovascular dos fumantes. A pressão arterial sistólica (a máxima), assim como a freqüência cardíaca, sofreram significativas elevações após o consumo de um cigarro, sendo que estes efeitos podem durar até vinte minutos. Além disso, os tabagistas apresentavam, em média, concentrações de CO quatro vezes maior no ar expirado quando comparado ao grupo não-fumante, mesmo após ficarem 12 horas sem fumar. Continue reading

Jul 30

Estudo relaciona dieta rica em açúcar com hipertensão arterial

Um experimento de laboratório relaciona a dieta rica em açúcar com o desenvolvimento da hipertensão arterial. O trabalho foi realizado pela fisioterapeuta Tatiana de Sousa da Cunha para seu doutoramento na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, sob orientação da professora Fernanda Klein Marcondes.

Instituto do Coração ajudou na pesquisa
De acordo com Tatiana Cunha, a ingestão de frutose por animais de laboratório durante 12 semanas causou disfunção renal e prejuízo no controle da concentração sanguínea de glicose. A fisioterapeuta explica que, mesmo não tendo observado elevação da pressão arterial e diabetes nos animais, eles apresentaram menor eficiência no controle da pressão arterial e se mantiveram em um estado denominado de pré-diabetes.

Neste sentido, a autora, que no estudo buscou entender as complicações decorrentes de diabetes mellitus, sugere que a associação entre a dieta rica em carboidratos e os problemas cardiovasculares pode estar relacionada com lesões renais em estágios iniciais da hipertensão ou diabetes. Continue reading