Apr 21

Estudo constata que oscilação corporal coloca hipertenso sob risco de acidente

Pesquisa desenvolvida em laboratório da FEF revela que perigo é maior após ingestão de remédio

 As oscilações corporais de um hipertenso são maiores quando comparadas às de um sujeito com níveis normais de pressão arterial e tendem a se acentuar nos primeiros 30 minutos após a ingestão do anti-hipertensivo, o que coloca essa pessoa sob risco iminente de queda e outros acidentes nesse período. Na prática, é como se o medicamento provocasse uma grande desordem no organismo, para depois organizá-lo novamente. A constatação, ainda preliminar, é de um estudo inédito conduzido pela professora Antonia Dalla Pria Bankoff, responsável pelo Laboratório de Eletromiografia e Biomecânica da Postura (LAP) da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. De acordo com ela, o ideal seria que o indivíduo que depende desse tipo de tratamento só executasse atividades como caminhar, trabalhar ou dirigir uma hora depois de tomar o remédio. Continue reading