Dec 27

Substância aponta fadiga cardíaca em maratonistas

running-marathonEstudos realizados na Escola de Educação Física e Esporte da (EEFE) da USP conseguiram identificar a ocorrência de fadiga cardíaca avaliando os níveis de óxido nítrico exalados pelos corredores no pós-maratona. Os testes foram feitos em 31 voluntários durante a 21ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, realizada em maio deste ano.

Ana Sierra, médica do esporte e profissional de educação física, acompanhou corredores do sexo masculino, entre 18 e 55 anos, para investigar as principais alterações do organismo após a realização de maratona. Em sua pesquisa de mestrado, ela já havia observado que, depois da prova, o atleta passava por um período de 15 dias de fadiga cardíaca, sofrendo uma queda na capacidade de seu coração bombear o sangue. Continue reading

Jun 25

Pré-treino

pretreinoÉ comum que praticantes de atividade física se deparem com dias ou até mesmo longas fases em que a disposição para treinar é reduzida. Estas variações são até certo ponto comuns e mesmo os atletas de alto nível passam por elas. Para se romper tais barreiras, muitas pessoas têm utilizado suplementos que prometem melhorar a disposição e o rendimento, os famosos “pré-treino”.

Tais suplementos são vendidos com as mais diversas justificativas, como aumentar a produção de força, retardar a fadiga, promover inchaço na musculatura, etc. É uma proposta extremamente atrativa, pois diminui a responsabilidade das pessoas e transfere para um pote!! Com isso, o treinador não precisaria mais planejar e o atleta não precisaria vencer suas próprias limitações!! Bastaria tomar comprimidos e pronto! Continue reading

Jun 22

Óxido nítrico

O óxido nítrico (NO), ou monóxido de nitrogênio, é uma substância reconhecidamente importante para sinalização molecular. Na década de 1980, descobriu-se que o NO tem um papel crucial em diversas funções fisiológicas, inclusive no sistema cardiovascular, nervoso e imune, tais descobertas redundaram num interesse crescente neste gás, levando-o a ser considerado a molécula do ano em 1992 (Culotta & Koshland, 1992).
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