Jun 01

Atividade física e aposentadoria por invalidez

aposentadoporinvalidezA aposentadoria por invalidez caracteriza-se quando o funcionário fica incapacitado para o trabalho por motivo de saúde ou por acidente de trabalho. Há raríssimos dados na literatura que associam a prática de atividade física com a redução do risco de aposentadoria por invalidez por motivo de saúde.

Um estudo de julho de 2013 investigou se a atividade física está associada às frequentes causas de aposentadoria por invalidez.

Os dados da investigação foram coletados entre os anos de 2000 e 2002. Foram entrevistados funcionários da cidade de Helsinque, capital da Finlândia. Participaram do estudo 4.920 mulheres e 1.355 homens que na época tinham entre 40 e 60 anos de idade. As informações sobre as aposentadorias por invalidez foram obtidas a partir dos registros no órgão do governo finlandês responsável pelo pagamento das aposentadorias no país. Continue reading

May 11

Socialização ajuda idosos nas atividades cotidianas

idososA satisfação do idoso com seu contexto social pode influenciar sua capacidade de fazer atividades básicas da vida diária, como ir ao banheiro, tomar banho, vestir-se, comer, transferir-se da cama para uma cadeira ou até mesmo caminhar de um cômodo a outro.

É o que revela pesquisa realizada a partir de um inquérito com 2055 idosos a partir de 60 anos, moradores de residências na zona urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Continue reading

Jun 20

Excesso de peso compromete qualidade de vida em idosas

Excesso de peso em mulheres com mais de 60 anos afeta atividades do cotidiano

Valores mais altos de indicadores como o Índice de Massa Corporal e o Perímetro de Cintura representam maior comprometimento do aspecto físico da qualidade de vida, atingindo até as atividades mais simples do dia-a-dia

Em mulheres idosas, quanto mais altos os valores de alguns índices antropométricos (medidas corporais), maior o comprometimento da realização de atividades físicas, mesmo as mais cotidianas – como varrer a casa, caminhar alguns quarteirões e subir escadas.

O resultado é de um estudo inédito no Brasil que relacionou a antropometria à qualidade de vida. A pesquisa avaliou 416 mulheres da cidade de São Paulo, com idade a partir de 60 anos. De acordo com o professor de educação física Mauro Ferreira, que realizou o estudo na Faculdade de Medicina (FM) da USP, a maior parte das pesquisas que existem nessa área são sobre a população mais jovem. Relacionadas a mulheres idosas, há apenas três – e internacionais. “Embora tenha sido feita em outros países, essa relação pode se modificar de acordo com o local”, explica. Continue reading

Sep 27

Como abandonar o tabagismo e recuperar a qualidade de vida

Tabagismo é considerado pela Organização Mundial de Saúde uma doença pois a nicotina presente no cigarro causa dependência e provoca alterações físicas, emocionais e comportamentais.

Os fumantes têm três vezes mais possibilidade de morrer antes dos 65 anos do que os não fumantes. Há três vezes mais risco de doença cardíaca e dez vezes mais risco de câncer de pulmão.

Os fumantes também têm risco aumentado de outros tipos de cânceres, bronquite crônica, enfisema e úlceras. A boa notícia é que a saúde pode melhorar assim que o hábito tabágico é interrompido. Continue reading

Jun 30

Atividade física não se relaciona com qualidade de vida

A prática de atividades físicas não se traduz, necessariamente, em mais qualidade de vida. É preciso avaliar o tipo de atividade e as circunstâncias em que ela é praticada. Essa relação foi o tema de um estudo de doutorado defendido pela professora Ana Lúcia Padrão dos Santos, em agosto último, na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, sob orientação do professor Antônio Carlos Simões.

A relação entre atividade física e qualidade de vida a princípio pode parecer óbvia, mas a pesquisa mostrou o contrário. Ana Lúcia explica que é fácil cometer equívocos quando se estuda esses dois temas sem o rigor acadêmico em relação aos conceitos. “Estudamos qualidade de vida segundo um conceito científico, pois ela pode ser avaliada sob inúmeros aspectos e ser relacionada a diferentes motivadores. Já na atividade física, usamos uma abordagem mais ampla, considerando-a como todo movimento feito por uma pessoa no período de 24 horas” esclarece. Continue reading