Sep 12

Remédio na hora certa e na dose exata

remedioNão seguir à risca as orientações médicas, tomar remédios sem prescrição médica, com receitas repetidas, e ainda aumentar ou reduzir a dose do medicamento por conta própria. Estas posturas podem prejudicar a recuperação e, até mesmo, piorar o quadro clínico do paciente, alertam especialistas.

As negligências mais comuns no tratamento envolvem medicamentos para doenças cardiovasculares, hipoglicemiantes, além dos analgésicos. “Esses somam mais de 85% dos casos”, calcula a médica do Hospital das Clínicas da UFMG, Cristina Barbosa. Ela acrescenta que não seguir adequadamente o tratamento pode ser ainda mais perigoso quando o paciente é idoso ou usa múltiplos medicamentos. Continue reading

Jun 25

Combinar remédios prejudica a atividade do cérebro em idosos

Pesquisa revela que a combinação de remédios usados para combater problemas cardíacos, depressão e alergias pode aumentar o risco de morte e de deterioração de funções cerebrais entre pessoas idosas.

O estudo foi realizado com 13 mil pessoas de 65 anos ou mais, pela Universidade de Anglia, Reino Unido. O trabalho teve foco nos efeitos colaterais desses remédios sobre uma substância química chamada acetilcolina, produzida no cérebro. A aceliticolina é um neurotransmissor que exerce um papel vital no sistema nervoso. Muitos remédios, se tomados ao mesmo tempo, afetam o funcionamento da substância. A pesquisa, no entanto, ainda não é conclusiva sobre o risco da interação medicamentosa causar morte ou reduzir as funções cerebrais.

Matéria publicada no caderno Saúde do jornal Folha de São Paulo.

Fonte: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Jul 27

Brasileiros são campeões mundiais no consumo de remédios para emagrecer

Pesquisa divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que os brasileiros são os maiores consumidores do mundo de drogas para emagrecimento. O estudo aponta que são nove doses diárias para cada mil habitantes do nosso país. Nos Estados Unidos, segundo colocado nesse triste ranking, são 7,7 doses. Já os nossos vizinhos argentinos, que ocupam a terceira colocação, ingerem 6,7 doses diárias para cada mil pessoas.

Tanto os argentinos, quanto os estadunidenses, já consumiram muito mais remédios para redução de peso, só que com campanhas de conscientização, reduziram esses índices alarmantes, caindo algumas posições na lista das nações que mais consomem esse tipo de medicamento. Segundo epidemiologistas, o mesmo deveria ser feito no Brasil, que agora passa a ser o maior consumidor mundial de anfetaminas, a substância mais comum entre os medicamentos para emagrecer, que só pode ser comercializada com receita médica. É bom lembrar que ansiedade, depressão e psicose, são alguns dos sintomas mais comuns nos usuários crônicos desses tipos de substâncias farmacológicas.

Texto: Cassiano Sampaio

Fonte: Saúde em Movimento