Feb 01

Permanecer muito tempo sentado prejudica a longevidade

Até 4% das mortes no mundo poderiam ser evitadas apenas reduzindo o tempo que as pessoas permanecem sentadas ao longo do dia. Isso representa 433 mil pessoas por ano. Os dados são de um estudo realizado por pesquisadores da USP e da Universidade Federal de Pelotas. “No limite, reduzindo o tempo sentado em até 3 horas por dia, seriam evitadas 4% de mortes. Continue reading

May 30

Estudo comparativo constata sedentarismo de jovem urbano

O educador físico Aylton José Figueira Junior comparou em dois períodos diferentes o comportamento nutricional e o nível de atividade física de grupos distintos de adolescentes de 11 a 15 anos e detectou que a urbanização impõe um comportamento sedentário para os garotos e garotas que residem em uma região metropolitana.

“O sedentarismo tem sido agravado nos últimos anos devido a vários fatores, entre os quais os hábitos alimentares, a jornada desenfreada de trabalho da família e a falta de espaço para a prática de atividade física em razão da verticalização das residências. Isto reflete de forma negativa na condição física dos adolescentes da área urbana”, defende Figueira Junior em sua tese de doutorado apresentada na Faculdade de Educação Física (FEF) e orientada pela professora Maria Beatriz Rocha Ferreira. Continue reading
Oct 30

Coração dos jovens

Vida moderna ameaça coração dos jovens

Os jovens precisam se cuidar mais. Levantamentos do Sistema Único de Saúde mostram que 20% das mortes provocadas por infarto atingem pessoas na faixa etária doas 20 aos 40 anos no Rio Grande do Norte. O índice é similar ao nacional e mostra que ataques do coração deixaram de ser restritos ao grupo dos mais velhos. Os principais fatores de risco são o tabagismo, obesidade e histórico de infarto na família.

De acordo com dados do Fundo de Amparo à Pesquisa em Cardiologia (Funcor) da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC/RN), os prontos socorros já registram a passagem de pacientes jovens, vítimas de doenças cardiovasculares. “Meus colegas socorreram um rapaz de 18 anos que sofreu infarto do miocárdio. O tratamento foi difícil, mas ele sobreviveu. Este paciente se encaixa no perfil de risco: é obeso”, conta o cardiologista Carlos Alberto de Faria, presidente do Funcor da SBC/RN. O médico explica que os jovens acham que esse risco é só dos mais velhos e deixam de se cuidar. “No mundo moderno tudo contribui para isso. Muitos jovens têm vida sedentária, fumam, usam drogas, exageram na bebida alcoólica e comem comidas muito gordurosas. Continue reading

Mar 30

Estilo de vida sedentário é fator de risco à saúde

Atividade física reduz o desenvolvimento de várias doenças

A inatividade física é reconhecidamente um dos importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares (DCV). O estilo de vida sedentário, assim como o tabagismo, a hipertensão arterial e a dislipidemia compõem os fatores de risco causadores das principais doenças cardiovasculares, principal problema de saúde atual. A idéia da relação entre atividade física e saúde não é recente: foi mencionada pelos filósofos gregos e romanos.

Entretanto, somente a partir dos anos 50, quando se pesquisou quais doenças atingiam os aposentados motoristas de ônibus de Londres comparadas com as dos carteiros, os motoristas tinham o dobro de doenças do coração do que os carteiros. Vários outros estudos seguiram a linha de comparação de várias profissões, entre estas, estivadores das docas de Nova York comparados com os escriturários das docas, também a diferença foi de mais doenças cardíacas entre os trabalhadores de escritório. Continue reading