Mar 30

Saiba treinar!!!

Milhares de praticantes de atividade física costumam se preocupar muito com a necessidade de tomar algum suplemento para melhorar o seu desempenho. Não que isso seja uma coisa errada, pois na revista supertreino já foram publicados e traduzidos vários artigos de revistas científicas e internacionais muitos casos demonstrando melhora do rendimento com o uso de algum tipo de suplemento. E esse tipo de preocupação (em “tomar” algum suplemento) ocorre desde o momento que o praticante inicia um programa de treinamento.

Mas, e o treinamento em si, não tem valor?

O Professor Benito Olmos que é um grande pesquisador na área do treinamento da musculação cita em seu livro (MUSCULAÇÃO, 2000) diversos métodos e tipos de treinamento como: intervalado, contínuo, treinamento isotônico, isométrico, isotônico-isométrico e isocinético; além das diversas séries de execução de exercícios já mundialmente conhecidas entre os praticantes de musculação, sem deixar de falar dos principais testes de carga como o teste de carga máxima e o teste de repetição máxima, sendo este último o mais recomendado para monitorar o percentual de sobrecarga a ser utilizado em um programa de musculação. Continue reading

Nov 30

Treinamento de corredores de fundo no Quênia

A tradição do Quênia em formar grandes corredores talvez se justifique pela incidência da prática da corrida no país.

Este vídeo mostra vários corredores que se reunem diariamente para treinar. É impressionante a quantidade de atletas que se encontram para realizar um  treinamento de fartlek.

Maiores informações sobre o vídeo podem ser obtidas no link seguinte: http://www.letsrun.com/2011/fartlek-0720.php

Fonte: You Tube

Sugestão de leitura: O Treinamento da Velocidade para as Corridas de Fundo: Consideração sobre o Método Fartlek

Oct 28

O Treinamento da Velocidade para as Corridas de Fundo: Consideração sobre o Método Fartlek

Na preparação dos corredores de fundo de alto rendimento, a velocidade de corrida é um atributo essencial para as pretensões de qualquer atleta, seja em relação às vitórias ou aos recordes pessoais.

Embora o atleta que apresente rendimento diferenciado esteja submetido a um volume de treinamento elevado – acima de 160 km semanais – é primordial a preparação em velocidade desde a primeira semana do ciclo inicial da periodização para a temporada competitiva.

Essa atual tendência metodológica justifica-se pelo fato de o corredor de alto rendimento já apresentar as premissas fisiológicas necessárias para receber os estímulos provenientes de um ritmo de corrida mais intenso logo no início da preparação.

Os atributos apresentados pelos corredores de fundo de alto desempenho competitivo em sua modalidade e que constituem a base de sua formação atlética específica de longos anos são:

  • Elevado taxa de consumo de oxigênio (VO2max);
  • Alta capacidade para mobilizar ácidos graxos para a produção da energia para a ação muscular de longa duração;
  • Maiores reservas musculares de glicogênio;
  • Eficiência nas funções termorreguladoras do organismo;
  • Menor acúmulo de lactato em ritmos de corrida mais elevados;
  • Melhor padrão de recrutamento das fibras musculares para o desempenho de longa duração;
  • Manutenção econômica de um elevado ritmo de corrida (menor gasto energético);
  • Maior resistência psicológica à dor e ao sofrimento. Continue reading
Apr 25

Intervalo entre as séries de musculação – 2

INTRODUÇÃO

O exercício resistido (ER) possui um papel importante na prescrição de atividades físicas, sendo recomendado por muitas organizações da área de saúde (1), com a finalidade de promover melhoras funcionais, estéticas e terapêuticas (2). As adaptações fisiológicas promovidas pelo ER são caracterizadas em função da manipulação de diversas variáveis, como: tipo, ordenação e forma de execução dos exercícios; número de séries e repetições; intensidade; velocidade de movimento e intervalos de recuperação (IR) entre as séries e entre as sessões de treinamento (3). Sendo que o IR entre as séries é uma das variáveis mais importantes e pode ser manipulada de acordo com a proposta de treinamento e reabilitação, de acordo com as características individuais do praticante (4). Sabe-se que a duração do IR pode influenciar o número de repetições das séries subseqüentes (19).

Porém, os estudos encontrados na literatura, que avaliaram os efeitos agudos dos diferentes IR entre as séries do ER utilizaram homens jovens e idosos em sua amostra (5-9). Estudos sugerem que mulheres jovens são capazes de suportar um maior tempo sob tensão (10) e possuem maior resistência à fadiga e tolerância ao esforço que os homens (11). Continue reading